quarta-feira, 23 de novembro de 2011
fluir
Sabem quando estamos a fazer alguma coisa que nos dá imenso prazer e felicidade e infelizmente o tempo passa a correr? É exactamente pelo mesmo facto de que quando estamos a fazer uma coisa que nos aborrece, o tempo passa devagar.
Ora bem, isto não é um castigo do divino. Este sentimento está estudado cientificamente e denomina-se por Fluir.
Estamos a fluir quando estamos a ver um filme que gostamos, a ler um livro interessante, numa festa boa, a namorar etc etc. É por estarmos a apreciar o momento de tal maneira, a deixar-nos ir, que ele passa tão rápido..
Proponho um exercício:
Quando estiverem a lavar a loiça (tarefa que ninguém gosta de fazer e que pensam ser impossível fluir), tenham um relógio ao lado e contem o tempo que demoram a lavá-la.
Cada vez que forem lavar a loiça tentem fazê-lo no menor tempo possível (a loiça ter que ficar bem lavado como é óbvio). Vão ver que o tempo vai passar muito mais rápido e que a tarefa não se torna tão aborrecida porque a tornamos num jogo. Podemos dizer que estamos a fluir!
Apliquem este jogo a outras tarefas que vos sejam aborrecidas de fazer. A minha mãe não gosta nada de se desmaquilhar antes de ir dormir, ao aplicar este "jogo" diz que é uma tarefa que até lhe dá algum gozo fazer.
Fluam!
amizade
domingo, 13 de novembro de 2011
90's
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
the power of music
Duvido que haja alguém no planeta que ainda não tenha ouvido esta música. Que haja alguém que não tenha ficado com raiva da pessoa que com o minimo de esforço a fez ficar a cantarolar pela casa, trabalho e escola "nossa nossa, assim você me mata, ai se eu te pego, ai ai se eu te pego".
É impressionante como é que uma música que não tem nada por onde se "pegar" consegue ter cerca de 41 milhões de views no youtube. Acho que temos que pensar seriamente no que está a acontecer à humanidade!
Existiu uma época em que se fazia realmente boa música, onde havia emoção nas letras e magia nas "guitarradas" e nas "pianadas". Um bom exemplo são os anos 60/70 onde o Festival de Woodstock levou ao palco, em 1969 numa fazendo no estado de Nova Iorque, grandes nomes como Santana, Janis Joplin, Jefferson Airplane e Jimi Hendrix. Faltou a banda The Doors, conhecida pelo vocalista Jim Morrison, um dos maiores poetas americanos. Jim não acreditou no potencial do festival e acima de tudo tinha receio de cantar perante milhares de pessoas. Também não compareceram no festival bandas como Led Zeppelin e The Beatles por motivos não muito explícitos.
O Woodstock foi um festival a favor da paz no mundo e fim da Guerra do Vietnam. Hippies e pacifistas demonstraram as suas crenças e juntaram-se por um mundo melhor.
Aqui vai uma demonstração de uma música para substituirem pela outra e ficarem a cantarolar pela casa, trabalho e escola.
Enjoy!
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
mad
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
restaurante de barcelona
É indubitável que em todos os países da Europa podemos comer as mesmas pizas, pitas shoarmas e hambúrgueres. Conto pelos dedos de uma mão as pessoas que conheço que não gostam de pelo menos um destes elaborados pratos. No entanto, mais importante ainda para quem está fazer interrail que a questão “será que existe vida para além da morte” é “será que existe forma de comer barato e bem para além de hambúrgueres, pita shoarma e piza? “
Comecei a minha viagem em Barcelona onde consegui demorar 2 horas para encontrar um restaurante onde pudesse comer umas tapas de preço acessível. Já era tarde, a pesquisa não estava a correr bem e acabámos por nos sentar num restaurante que apresentava um menu à porta de tapas com preços minimamente aceitáveis.
O restaurante transpirava gordura e o empregado (provavelmente revoltado por ter emprego nos tempos que correm), dirigiu-se a nós (três jovens) com um ar zangado e pouco amigável. Atirou-nos à cara umas palavras em espanhol que presumimos ser “O que desejam beber?” e deixou em cima da mesa dois menus.
Não explorando a gordura que estava entranhada nos menus e as fotografias dos pratos, tiradas provavelmente com um telemóvel de 1ª geração, é de notar o calor que se fazia sentir intensamente na sala de jantar. Sim, havia uma ventoinha, mas parecia que ninguém se importava com a intensidade da energia térmica. Acabei por me levantar e ir ligá-la, o que me brindou com sorrisos de vários turistas que destilavam enquanto comiam pizas e raviolis.
Será possível que esteja a ouvir bem, pensei quando o empregado nos diz, num espanhol quase imperceptível, “Se querem comer bem e barato, optem por uma piza, uma massa carbonara ou uns raviolis de carne e legumes”. Este era um dos momentos em que gostava de confrontar algum responsável por aquele país e perguntar-lhe “Como é possível promoverem a comida italiana quando têm uma panóplia de pratos tão ricos e tão típicos do vosso pais?”
Como não havia responsável pelo restaurante presente, muito menos havia responsável pelo país, optámos por: “Traga-me uns calamares, umas batatas-doces e um presunto serrano”.
Deviamos ter optado por seguir o conselho amigo do empregado, pois não só conseguimos pagar uma conta calada, como também os calamares estavam rijos e oleosos, a batata-doce estava demasiado salgada e o presunto parecia cortado pelo Tio Zé que tem uma tasca e vende um presunto muito bom para quem não gosta de presunto.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
gosto
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
tempo
o presente corre ofegante para se tornar uma memória




